Espaços que receberam a Bienal passam por semana de desmontagens

Desmontagem no Museu Ocar Niemeyer. Foto: Livia Farah

Encerradas as exposições da Bienal Internacional de Curitiba, agora é a hora da desmontagem. Nossa equipe está em todos os espaços expositivos que fizeram parte desta Bienal para embalar as obras com todo cuidado e carinho. Onde antes eram exibidos os quadros, vídeos e instalações, agora se veem caixas, plástico bolha e fita crepe. Os trabalhos voltarão para os artistas, museus, galerias e acervos de colecionadores do mundo inteiro.

Desmontagem no Museu Oscar Niemeyer. Foto: Livia Farah

As obras desses dois artistas estrangeiros continuarão no Brasil no próximo ano, em São Paulo. A instalação do artista chinês Ai Weiwei faz sua estreia na cidade no edifício da Oca, dentro do Parque Ibirapuera, em 2014. Todas as obras do artista argentino Luis Felipe Noé que integraram a exposição da Bienal serão expostas no MuBE – Museu Brasileiro da Escultura.


Bienal encerra edição 2013 com mais de um milhão de visitas

 

Fila para entrar visitar a Bienal Internacional de Curitiba 2013 no Museu Oscar Niemeyer

Após três meses de exposições e muitas atividades, a Bienal Internacional de Curitiba 2013 encerra o trabalho aberto ao público. Agora é hora de desmontar as exposições, empacotar tudo e devolver as obras a artistas, galerias e colecionadores do mundo inteiro. Nesta edição, mais de 150 artistas dos cinco continentes apresentaram seus trabalhos na Bienal, que contou com um público estimado em 1,2 milhão de visitas.

Além dos curitibanos, que invadiram os espaços da Bienal, esta edição contou com público de todo o Brasil, bem como de outros países. Visitantes, jornalistas e curadores de locais como China, Suécia, Inglaterra, Estados Unidos, Rússia, Argentina, Uruguai, entre muitos outros, visitaram Curitiba para acompanhar a programação da Bienal. Além das exposições em museus e espaços expositivos, as obras estiveram nas ruas, praças e ônibus da cidade em forma de intervenções urbanas, leituras de poesias ou performances. Isso sem contar a webarte, com trabalhos criados para o ambiente virtual.

“A preparação de cada edição da Bienal mescla um período de reflexão sobre a edição anterior – quando avaliamos os pontos positivos e iniciativas que devem ser ampliadas – e o início da pesquisa e contato com a equipe de curadores. Neste sentido, já estamos dando os primeiros passos em direção à Bienal Internacional de Curitiba 2015″, revela o diretor geral da Bienal, Luiz Ernesto Meyer Pereira.

Antes de 2015, no entanto, o FICBIC – Festival Internacional de Cinema da Bienal de Curitiba ganhará uma segunda edição em 2014. Estreando com grande sucesso em 2013, o festival continuará priorizando a premiação – e com isso, o fomento – da produção universitária por meio de uma mostra competitiva voltada a este público. O evento contará ainda com mostra internacional, curtas nacionais e uma mostra infanto-juvenil que percorrerá espaços em todas as regionais da Prefeitura, além de uma programação em espaços expositivos.


Confira toda a equipe que participou desta edição

A Bienal Internacional de Curitiba 2013 contou com um competente time que trabalhou intensamente nos últimos dois anos para que o evento fosse realizado de 31 de agosto a 1º de dezembro deste ano. É um orgulho e um prazer poder agradecer a cada uma das pessoas que fizeram parte da Bienal, desde os curadores, passando pelos consultores, produtores, monitores, estagiários e toda a equipe.

Confira abaixo a ficha técnica completa dos colaboradores que ajudaram a colocar de pé um evento que reuniu o melhor da arte contemporânea mundial em Curitiba.

Bienal Internacional de Curitiba 2013

Presidente da Comissão Organizadora
Luciana Casagrande Pereira

Diretor-Geral
Luiz Ernesto Meyer Pereira

Curadores Gerais
Teixeira Coelho e Ticio Escobar

Curadora Adjunta
Adriana Almada

Curadora Geral Associada
Tereza de Arruda

Cooordenadora Curatorial
Stephanie Dahn Batista

Curadores Convidados
Fernando Ribeiro (performance)
Ricardo Corona (literatura)
Maria Amelia Bulhões (webarte)

Curador Assistente
Luiz Carlos Brugnera

Prêmio Jovens Curadores
Angelo Luz
Debora Santiago
Kamilla Nunes
Renan Araujo

Curador do Projeto Educativo
Luciano Buchmann

Consultora de Dança Contemporânea
Michelle Moura

Consultor de Música Contemporânea
Marcio Steuernagel

Curador da Fotomobilização Catavento e Coordenador Geral da Bienal Aberta
Tom Lisboa

Assistente de coordenação da Bienal Aberta
Lívia Farah

Gerente-Geral
Solange Lingnau

Coordenação de Produção
Ana Rocha

Produção Executiva
Rômulo Barroso Miranda

Produção
Adriana Beltrame
Bruna Baylay
Danilo Fialho Duarte
Rebeca Gavião Pinheiro
Stefanie Stocchero

Assistência de Produção
Lis del Barco
Stephanie Thomas
Tainá Gomes
Tiago Rubini

Identidade Visual
Alejandro Valdez Sanabria

Comunicação Visual
Claudio Gonçalvez
Daniel Ortiz
Guilherme Przepiura

Assessoria de Comunicação
Heitor Humberto Gollnick Costa

Assessoria de Imprensa
Juliana Ceccatto
Maria Amin
Paula Melech

Assistentes de Comunicação
Flávia Bianchi
Stephanie D’Ornelas

Gestão de Informação
Jefferson Grochovski

Tradução
Vanessa Tomich

Revisão
Vanessa Carneiro Rodrigues

Coordenação de Receptivo
Karen Matias

Receptivo
Camila Macedo
Ian Astorquiza
Sylvio Zé

Coordenação do Projeto Educativo
Guilherme Jaccon
Rosemeri Bittencourt Franceschi
Sirlei Espíndola

Mediadores
Ana Carolina Felber Maccari
Bruna Leticia Bozza
Camila Weingartner
Carolina Tokars Wernick
Claudia Terezinha Barbosa
Franciny Ferreira
Gabriela Alves Costa Fernandes Ferreira
Juliana Soares Rosa de Oliveira
Matheus Coimbra Zanatta
Patricia Martins Ambok
Renan Guedes Gumiel
Sauane Egely Buenos Rosim
Sayuri Campos Kashimura

Projeto Museográfico
Ivan Wodzinsky

Arquitetos Assistentes
Marcelo Lopes
Henrique Vons Guerios

Assistente de Arquitetura
Ronald Borges Lúcio

Marcenaria e Museografia
Soft Stylo
Coordenação: Olenir Matos Padilha
Fabiano Geschonki
Fábio Moura
Miguel Rodrigues Padilha

Montadores
Christian Teles
Fernanda Carollo
Fernanda Stancik
Thiago Provin
Vinícius Viana Corrêa

Projeto de instalação de arte urbana
Alexandre Mandarino

Produção de arte urbana
Cesar Ferreira

Assessoria Jurídica
Alceu Carlos Preisner Jr.
Gustavo Bonini Guedes
Luiz Fernando Casagrande Pereira

Web Design
We3 Online

Equipamentos e Instalação
Connect Net

Produção em Vídeo
Destilaria do Audiovisual
Guilherme Artigas

Seguro de obras e equipamentos
Pro Affinité Consultoria e Corretagem de Seguros

Logística
HJ Global

Transporte e embalagem de obras de arte
Visart


Últimos dias para visitar as exposições da Bienal

Dezembro está chegando e, junto com ele, o fim da Bienal Internacional de Curitiba 2013. Até lá, no entanto, ainda temos uma semana – tempo suficiente para conhecer os trabalhos dos mais de 150 artistas que participam desta edição. Quando a noite cair no dia 1º de dezembro, começamos a pensar na Bienal de 2015.

Para você não ficar perdido com tantas opções nessa reta final, vamos organizar as ideias para otimizar os passeios.

Quer ver o maior número de obras no menor tempo possível? Confira as sugestões:

O Museu Oscar Niemeyer é tiro certeiro. O local abriga um grande número de obras em vários espaços. São fotos, pinturas, instalações e vídeos de artistas brasileiros e estrangeiros com reconhecimento em todo o mundo. No próximo domingo, dia 1º de dezembro, a entrada é gratuita.

Esculturas da “Rainha do Papel”, Efigênia Rolim, expostas no Museu Oscar Niemeyer. Foto: Claiton Biaggi

Já o centro é perfeito para quem estiver disposto a caminhar entre os locais. A Casa Andrade Muricy conta com inúmeras obras expostas.

Detalhe da obra “Grande Utilidade – Comer”, do artista chinês Wang Cheng Yun, na Casa Andrade Muricy. Foto: Claiton Biaggi

No prédio anexo, a Secretaria de Estado da Cultura, a instalação do chinês Ai Weiwei impressiona pela quantidade de bicicletas empilhadas.

Foto: Rodrigo Cardoso

Ali perto, a Biblioteca Pública do Paraná é o espaço para a instalação “Reler”, de Raquel Kogan.

A alguns metros do local, os postes da Praça Generoso Marques foram alterados: não mais iluminam com a tradicional luz branca, mas com projeções.

O Solar do Barão, a poucas quadras da praça, tem inúmeros trabalhos expostos.

Sem contar os ônibus das linhas Santa Cândida/Capão Raso e o Circular Centro, que circulam pela cidade com bordados gigantes da artista Regina Silveira.

Foto: Rodrigo Cardoso

No MuMA, ao lado do Terminal do Portão, seguem as exposições do acervo de Poty Lazzarotto, de Adriano Costa e de Luiz Henrique Schwanke.

Outra opção para aproveitar o final de semana e fazer uma imersão cultural por Curitiba é participar das Visitas Guiadas da Bienal de Curitiba. São três tipos de roteiro: a pé, de bicicleta ou de van. Inscreva-se no endereço: http://bienaldecuritiba.com.br/visitasguiadas/

Prepare seu roteiro e aproveite os últimos dias da Bienal Internacional de Curitiba 2013!


Festival Internacional de Cinema da Bienal de Curitiba invade São Paulo

Filme português “Lacrau” tem estreia na cidade com exibição no Espaço Itaú de Cinema da Rua Augusta

No dia 28 de novembro, quinta-feira, o Espaço Itaú de Cinema – Augusta receberá as produções selecionadas para o FICBIC – Festival Internacional de Cinema da Bienal de Curitiba. A exibição dos trabalhos selecionados para a versão itinerante do festival será às 20h, com entrada gratuita.

Entre os destaques da mostra, está o filme português “Lacrau” (2012, 99 min), que faz sua estreia nas salas paulistas. Filme-ensaio de João Vladimiro sobre a Portugal rural e urbana, é uma experiência audiovisual nas fronteiras entre o documentário e a ficção, fugindo das convenções tradicionais do cinema narrativo. Recebeu o prêmio de Melhor Filme no IndieLisboa 2013 e teve sua estreia nacional em Curitiba, durante o FICBIC.

A programação conta ainda com as quatro produções premiadas na Mostra Universitária Competitiva do FICBIC. Os vencedores das categorias ficção, videoclipe, experimental e documentário, além de terem seus filmes exibidos em várias cidades, ganharam passagens para conferir de perto o 64º Festival Internacional de Cinema de Berlim, em 2014.

Entre as produções universitárias premiadas, estão dois filmes produzidos em São Paulo: o primeiro colocado na categoria ficção, “Antes das Palavras”, de Diego Carvalho Sá, estudante da Academia Internacional de Cinema; e “Meditação: Um Tríptico Telemático”, dirigido por Roderick Steel, da Universidade de São Paulo – USP, que faturou a categoria Vídeo experimental.

Com grande sucesso de público, o FICBIC já passou por Belém (PA), Florianópolis (SC) e Brasília (DF). Depois de São Paulo, segue para Belo Horizonte (MG).

Bienal Internacional de Curitiba 2013

O FICBIC faz parte das ações comemorativas aos 20 anos da Bienal Internacional de Curitiba. Iniciada no dia 31 de agosto, a Bienal vai até o dia 1º de dezembro levando a Curitiba obras de mais de 150 artistas contemporâneos dos cinco continentes. Além de exposições em diversos museus e centros culturais, os trabalhos podem ser vistos no espaço público, em parques e até nos ônibus da cidade.

Programação:

Longa internacional
“Lacrau” (2012, 99 min), de João Vladimiro
Vencedores da Mostra Universitária Competitiva:
Documentário: “Leprosário” (2012, 10min30) de Luís Augusto Barbosa – Universidade Federal da Paraíba (UFPB)
Experimental: “Meditação: Um Tríptico Telemático” (2013, 10min) de Roderick Steel (USP)
Ficção: “Antes de Palavras” (2013, 13min04) de Diego Carvalho Sá (Academia Internacional de Cinema – AIC)
Videoclipe: “Espelho de Alice” (2012, 4min38) de Nathália Araújo Miranda e Gabriel Lima (Universidade Federal da Bahia – UFBA)

Serviço:
FICBIC – Festival Internacional de Cinema da Bienal de Curitiba em São Paulo
Data: 28 de novembro, quinta-feira
Horário: 20h
Local: Espaço Itaú de Cinema (sala 1) – Augusta | Rua Augusta, 1470.
Ingresso: gratuito
www.ficbic.com.br
www.bienaldecuritiba.com.br


Com projeções no lugar das lâmpadas, postes são atração da Bienal

Foto: Danilo Duarte

A obra do mineiro Eder Santos, instalada na Praça Generoso Marques, em frente ao SESC Paço da Liberdade, está chamando a atenção de quem passa pelo local à noite. Isso porque os postes, em vez da tradicional luz branca, projetam imagens nos globos de vidro. A obra, criada especialmente para a Bienal Internacional de Curitiba 2013, pode ser conferida após o entardecer. Quem parar para olhar, verá imagens de nuvens e mariposas.

A ideia de Eder Santos é fazer com que parte da “mobília urbana”, que raramente chama a atenção e costuma passar despercebida, repentinamente se torne personagem de uma narrativa no espaço urbano. O objetivo é que o inusitado, o incomum, interrompa o fluxo de percepção a que já se está acostumado.

Eder Santos nasceu em Belo Horizonte, em 1960. É um dos mais requisitados artistas brasileiros do vídeo e da imagem digital. Obras suas integram a coleção do MoMA, em Nova York, e do Centro Georges Pompidou, em Paris, entre outros. Tem uma extensa relação de participações em exposições coletivas e individuais e, mais recentemente, realizou um filme de longa metragem.

Serviço

Obra de Eder Santos

Local: Praça Generoso Marques

Horário: Após o entardecer

Acesso: gratuito


Rei da Suécia visita exposições da Bienal Internacional de Curitiba

Rei Carlos XVI Gustavo da Suécia em visita à Bienal Internacional de Curitiba

O Rei Carlos XVI Gustavo da Suécia esteve em Curitiba no dia 12 de novembro e visitou as exposições da Bienal Internacional de Curitiba 2013 no Museu Oscar Niemeyer (MON). Durante a visita, o rei prestigiou algumas das obras dos artistas suecos que participam desta edição da Bienal, além de trabalhos de artistas brasileiros e de outras nacionalidades.

Em sua passagem, o Rei também conheceu o projeto “Casulos”, da artista gaúcha Regina Silveira, que também faz parte desta Bienal. Carlos XVI pôde ver um ônibus biarticulado da Volvo, o mesmo que está circulando com a obra pela cidade, revestido com bordados gigantes. O projeto também pôde ser observado pela comitiva real na Estação Tubo Museu Oscar Niemeyer.

Artistas suecos

Quatro artistas suecos participam desta edição da Bienal: Ann-Sofi Sidén, Erik Bünger, David Svensson e Gunilla Klingberg.

As obras de videoarte de Ann-Sofi Sidén e Erik Bünger estão sendo exibidas no MON. Ann-Sofi Sidén tem uma extensa obra, não raro difícil de classificar em gêneros delimitados. Erik Bünger é artista, compositor e escritor. Seus interesses em arte incluem, de modo particular, a recepção da obra pelo espectador.

As instalações urbanas que estão despertando a atenção do público em Curitiba também contam com a marca da Suécia. A obra “Turn off the world”, composta por um poste elétrico de ponta cabeça, instalado em frente ao MON, é de autoria de David Svensson. O artista acrescenta um traço que é sua frequente marca: o inusitado, o incomum, aquilo que está fora do lugar e que, exatamente por isso, põe em evidência um dos traços requeridos de toda grande arte: sua capacidade de interromper o fluxo da percepção, a que já se acostumou.

Outra obra de origem sueca é “All in one one in all”, de  Gunilla Klingberg. O trabalho de intervenção urbana está instalado no calçadão da Rua XV de Novembro. A artista deseja que esses grandes globos perenes, situados não sob os pés dos passantes, mas sobre suas cabeças, os guiem como estrelas próximas, quase ao alcance das mãos.


Ônibus recebem bordados gigantes em obra da Bienal Internacional de Curitiba

A obra já está circulando pela cidade. Foto: Paulo Paitax

Os ônibus de Curitiba se transformaram em verdadeiras obras de arte. Isso porque Regina Silveira, uma das artistas da Bienal Internacional de Curitiba 2013, revestiu alguns veículos do transporte público com bordados gigantes. O projeto “Casulos”, em circulação pelo trânsito da cidade, interage com pedestres, ciclistas e motoristas, levando arte literalmente para as ruas.

A intervenção pretende modificar temporariamente os modos de perceber e experimentar os veículos que são de uso comum da população. “Como uma empresa que acredita e investe na cultura como instrumento de desenvolvimento e transformação das pessoas, é um orgulho vermos os ônibus da marca inspirando e disseminando arte à população”, afirma a responsável por projetos institucionais da Volvo, Anaelse Oliveira.

A obra está circulando em ônibus biarticulados da linha Santa Cândida – Capão Raso, Circular Centro e na Estação Tubo Museu Oscar Niemeyer. Na proposta, a artista retoma um de seus temas recorrentes, o do bordado, meio de expressão habitualmente considerado “feminino” e que a artista, num movimento contrário à tendência politicamente correta, reivindica exatamente como “arte de mulher”. Inclui, no entanto, novos aspectos. À primeira vista, a obra causa uma sensação de surpresa, inserindo algo visualmente delicado em grandes veículos da paisagem urbana.

Regina Silveira já realizou obras nas ruas de Madrid (Espanha), Taipei (Taiwan), Montreal (Canadá) entre outras cidades do mundo. Suas exposições já passaram pelo Guggenheim Museum (Nova York, Estados Unidos), Bienal de São Paulo, Centro Cultural Recoleta (Buenos Aires, Argentina), Ottawa Art Gallery (Canadá), Triennale-Índia, Fundación Juan Miró (Barcelona, Espanha) e Bienal de Tóquio (Japão).

Sobre a Volvo

A Volvo é uma das principais empresas do setor de transporte no Brasil. A companhia tem duas plantas fabris no país, uma em Curitiba, cidade sede do Grupo Volvo na América Latina, onde produz caminhões e ônibus, e uma em Pederneiras, onde são produzidos equipamentos de construção e mineração.

Dentro de sua política de responsabilidade social, Volvo desenvolve uma série de atividades e programas educacionais, sociais e culturais. A empresa é uma das principais apoiadoras da Cultura no país e, mais uma vez, apoia a Bienal Internacional de Curitiba.

Serviço:

Bienal Internacional de Curitiba 2013
Data: 31 de agosto a 1º de dezembro
Local: Curitiba – PR
Ingresso: Gratuito


Bibliotecas paranaenses recebem publicações da Bienal Internacional de Curitiba

Foto: Rodrigo Cardoso

A partir deste mês, as publicações da Bienal Internacional de Curitiba 2013 estarão disponíveis nas bibliotecas que integram o Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas do Paraná. No dia 13 de novembro (quarta-feira), será realizada a solenidade de doação na Biblioteca Pública do Paraná, a partir das 14h30. O evento contará com a presença do Secretario de Estado da Cultura do Governo do Paraná, Paulino Viapiana.

As bibliotecas públicas paranaenses irão receber exemplares antologia poética “Fantasma Civil”, além de exemplares do guia, catálogo geral e catálogo de cinema da Bienal Internacional de Curitiba 2013, entre outras publicações de arte.

 

Foto: Flávia Bianchi

A antologia poética “Fantasma Civil” integra as ações de literatura da Bienal. O livro reúne 42 poemas de autores brasileiros que mantêm alguma afinidade com a capital paranaense. Com projeto gráfico da artista visual Eliana Borges, a publicação é composta de folhas soltas acondicionadas em uma caixa. Cada página traz impressa, além do poema, a imagem que este menciona.

A antologia também estará disponível nas Tubotecas, as pequenas bibliotecas que funcionam dentro de Estações Tubo de Curitiba.

Poetas participantes da antologia

Adalberto Müller, Ademir Demarchi, Afonso José Afonso, Alexandre França, Alice Ruiz, Amarildo Anzolin, Andréia Carvalho, Anísio Homem, Bárbara Lia, Bianca Lafroy, Bruno Costa, Camila Vardarac, Carlos Careqa, Cristiane Bouger, Édson De Vulcanis, Emerson Pereti, Estrela Ruiz Leminski, Fernando José Karl, Greta Benitez, Hamilton Faria, Helena Kolody, Homero Gomes, Ivan Justen Santana, Josely Vianna Baptista, Leonarda Glück, Lindsey R. Lagni, Luci Collin, Marcelo De Angelis, Marcelo Sandmann, Marcos Prado, Marília Kubota, Mario Domingues, Paulo Leminski, Priscila Merizzio, Ricardo Pedrosa Alves, Roberto Prado, Roosevelt Rocha, Sabrina Lopes, Sérgio Viralobos, Vanessa C. Rodrigues, Wilson Bueno e Zeca Corrêa Leite.

Serviço:

Solenidade de doação de publicações da Bienal de Curitiba

Data: 13 de novembro

Local: Biblioteca Pública do Paraná (Cândido Lopes, 133)

Horário: 14h30

Tel.: (41) 3221-4900

Ingresso: Gratuito


Após reestruturação, obra “Wasserhaus” pode ser visitada a partir da próxima segunda -feira (24)

“Wasserhaus”, de Heinz Mack. Foto: Rodrigo Cardoso

A obra de arte urbana “Wasserhaus” (Casa de Água, em livre tradução), do artista alemão Heinz Mack, inaugurada no dia 24 de outubro, está passando por uma reestruturação. A instalação, localizada em frente à Prefeitura de Curitiba, está fechada por tapumes para a reconstrução. A partir da próxima segunda-feira, 11 de novembro, a obra estará disponível para visitação novamente.

A instalação é um grande prisma feito de vidro e água. A obra translúcida de Heinz Mack possui forte apelo visual. O artista alemão é apontado como um dos grandes mestres da arte pública contemporânea, conhecido por suas obras cinéticas e esculturas em materiais como mármore, vidro e metal.