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 Apresentação

A 6ª VentoSul - Bienal de Curitiba será realizada de junho a dezembro de 2011 na cidade de Curitiba e se desenvolverá com o conceito curatorial "Além da Crise".

A Bienal, que vem se consagrando como um dos maiores eventos da arte contemporânea da América Latina, exibirá obras de artistas de países de cinco continentes. Com essa abrangência, ela se torna o evento cultural mais importante a ser realizado no Brasil em 2011.

A 6ª edição da Bienal terá como curadores gerais os experientes críticos de arte Alfons Hug (Bienal de São Paulo, Bienal do Fim do Mundo, na Argentina) e Ticio Escobar (Trienal do Chile, Bienal de Valência, na Espanha). Como responsáveis pela co-curadoria, a curadoria geral definiu as críticas de arte Adriana Almada e Paz Guevara. A Bienal conta ainda com os curadores convidados Alberto Saraiva, Artur Freitas, Eliane Prolik e Simone Landal. Para a curadoria do projeto educativo foram escolhidas as especialistas Denise Bandeira e Sônia Tramujas.

Serão sete meses de programação que inclui palestras, mesas-redondas, exposições, cursos, oficinas, mostra de filmes, performances, interferências urbanas e residência artística, ocupando os principais espaços culturais de Curitiba.

As exposições da 6ª Bienal de Curitiba serão realizadas de 18 de setembro a 20 de novembro de 2011.

A fim de ampliar geograficamente o alcance da Bienal para as cinco regiões do país, a programação da 6ª VentoSul também prevê a realização de atividades nas cidades de Brasília (DF), Fortaleza (CE), Macapá (AP), Belo Horizonte (MG), Londrina e Cascavel (PR) e Florianópolis (SC).

Objetivando permitir o aproveitamento máximo do público de todas as idades e a exploração do potencial educativo da Bienal, será desenvolvido um completo projeto educativo, que abrange desde medidas de ação inclusiva, cursos de capacitação de professores, monitores nos espaços expositivos, visitas monitoradas até publicações voltadas a professores e monitores, entre outros.




 

 Curadoria Geral

Ticio Escobar  

É Ministro da Cultura do Governo do Paraguai e foi curador geral da Trienal de Arte Contemporânea do Chile. Foi um dos curadores da 5ª e 4ª Bienal VentoSul e curador geral da 2ª e 3ª Mostra de Artes Visuais Integração da América Latina - VentoSul. Curador da Mostra Outras Contemporaneidades Convivências Problemáticas na Bienal de Valência, Espanha. Foi um dos curadores da 2ª à 5ª Bienais do Mercosul / Porto Alegre. Curador da mostra Três Fronteiras da 6ª Bienal do Mercosul.

Foi Secretário Municipal da Cultura da cidade de Assunção. Ticio Escobar é licenciado em Filosofia, Direito e Ciências Sociais, professor, crítico de arte, conferencista e júri de salões internacionais de arte. Diretor do Centro de Artes Visuales / Museo Del Barro de Assunção. Autor de inúmeras publicações sobre suas especialidades, recebeu prêmios em vários países, entre eles o de Crítico Latino-Americano da Seção Argentina, da Associação Internacional de Críticos de Arte e o prêmio Príncipe Claus da Holanda para Cultura e o Desenvolvimento.De 1999 a 2004 dirigiu o programa "identidades em trânsito" promovido pela Fundação Rockefeller. Em 1998, ganhou a bolsa Guggenheim para estudar as relações entre imagem e o poder político.

Alfons Hug  

É reconhecido por seu trabalho de investigação e crítica da arte contemporânea. Foi curador da 25ª e 26ª Bienal de São Paulo (2002 e 2004), da 2ª Bienal del Fin del Mundo (Ushuaia, Argentina, 2009), do pavilhão do Brasil na Bienal de Veneza (2003 e 2005) e da Haus der Kulturen der Welt/ Casa de las Culturas em Berlim (1994-1998). Foi diretor do Instituto Goethe em Lagos (Nigéria), Medellín (Colômbia), Caracas (Venezuela), Moscou (Rússia) e Brasília (Brasil). Desde 2002 é diretor do Instituto Goethe do Rio de Janeiro. Atualmente é curador do pavilhão latino-americano na 54ª Bienal de Veneza (2011).

 Co-Curadoria

Adriana Almada  

Adriana Almada é crítica de arte, editora e curadora independente. É presidente da Associação Internacional de Críticos de Arte - Seção Paraguai e vice-presidente da AICA Internacional. É editora da revista AICA/PY de arte e cultura, correspondente da revista Arte al Día Internacional e colaboradora do El Correo Semanal. Foi curadora adjunta da Trienal do Chile (2009) e curadora do Paraguai na X Bienal de Cuenca (2009.

Foi coordenadora curatorial da mostra Outras contemporaneidades, Encontro entre dois Mares, Bienal de São Paulo - Valência, em Valência (2007). Realizou curadoria das exposições Paraguay esquivo, Les Voûtes-Point Éphemère, París (2010); Pa(i)sajes, CCEBA, Buenos Aires (2008). Entre suas publicações, destacam-se: Patios prohibidos (2008); Colección privada [escritos sobre artes visuales en Paraguay] (2005); Zona de silencio (2005).

Paz Guevara  

Nasceu em 1976 em Santiago de Chile e vive em Berlim. Curadora e escritora chilena, organizou e foi co-curadora de diversos projetos internacionais. Foi curadora convidada na Bienal de Vídeo e Novas Mídias de Santiago, Chile (2005), na Bienal de Performance em Santiago, Chile (2006) e na Bienal de Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia (2010). Em 2008 foi curadora 'em residência' na Radialsystem em Berlim e, em 2009, foi assistente curatorial de Alfons Hug na Bienal do Fim do Mundo, no Ushuaia, Argentina. Em 2010, realizou a curadoria da exposição inaugural da recém-renovada Gare Saint Sauveur de Lille, França.

É autora de vários textos, publicados em catálogos e revistas, incluindo um ensaio no livro "Arte e Política", editado em 2005 por Nelly Richard, em Santiago. Recentemente foi uma das organizadoras do workshop para jovens curadores na 6ª Bienal de Berlim (2010). Atualmente é co-curadora do Pavilhão da América Latina na 54ª Bienal de Veneza.


 Curadoria Brasil

Alberto Saraiva  

É curador do Oi Futuro Centro de Arte e Tecnologia, no Rio de Janeiro. É formado em Arte Educação e Museologia e possui especialização em Arte e Filosofia. Tem publicado textos críticos e teóricos sobre arte contemporânea e vem se dedicando à pesquisa sobre videoarte, novas tecnologias e poesia visual brasileira. Foi co-curador da Bienal do Fim do Mundo, em 2009 e Curador do Brasil no Pavilhão da América Latina da Bienal de Veneza em 2011. Realizou curadoria de exposições individuais de artistas como Ivens Machado, Marcos Chaves, Vicente de Mello, Neville d'Almeida, Eduardo Kac, Nelson Felix e Miguel Chevalier.


 Curadores Convidados

Artur Freitas  

Artur Freitas é crítico, historiador da arte, doutor pela Universidade Federal do Paraná (PPGHIS/UFPR) e professor adjunto da Faculdade de Artes do Paraná (FAP/UEPR). Desde 2004, leciona e orienta pesquisas em história da arte brasileira na Pós-Graduação em História da Arte da Escola de Música e Belas Artes do Paraná (EMBAP). Foi editor do jornal cultural Preto no Branco e da revista eletrônica de artes A Fonte.

É autor de diversos textos sobre artes visuais publicados em revistas, jornais, catálogos e livros. Como curador, realizou a exposição "Outros 60" (MAC-PR, 2006), o "62º Salão Paranaense" (MAC-PR, 2007), a mostra "Sintomas: 25 anos de gravura no Solar do Barão" (Museu da Gravura, 2008) e "Estado da arte" (Museu Oscar Niemeyer, 2010). No momento, é conselheiro do Museu de Arte Contemporânea do Paraná (MAC-PR), membro da Associação Nacional de Pesquisadores em Artes Plásticas (ANPAP), líder do grupo de pesquisa NAVIS Núcleo de Artes Visuais (CNPq), editor da Revista Científica de Artes da FAP e curador do "V Bolsa Produção de Artes Visuais". Vive e trabalha em Curitiba.

Eliane Prolik  

Nasceu em Curitiba - PR. Gravadora, desenhista e escultora, iniciou seus estudos na Escola de Música e Belas Artes do Paraná, graduando-se em pintura. Em 1985, estuda na Academia de Belas Artes de Brera, Milão, Itália. Em 1986, assume a diretoria do Museu Alfredo Andersen, em Curitiba. Em 1995, recebe o Prêmio no Panorama da Arte Brasileira, no MAM-SP, e sua obra Campânulas é incorporada ao acervo do museu. Participa em 1997 da I Bienal do Mercosul, em Porto Alegre, e realiza exposição individual na Galeria Waterfront, em Ghent, na Bélgica. Em 1998 realiza exposição na Galeria Valu Oria, em São Paulo. Com trabalhos pertencentes à coleção Gilberto Chateaubriand, integra as exposições Um Olhar Brasileiro, na Haus der Kultur der Welt, em Berlim, e O Moderno e o Contemporâneo na Arte Brasileira, com curadoria de Sônia Salzstein, no Museu de Arte Moderna de São Paulo e MAM-RJ. Em 1999, no Projeto Fronteiras, organizado pelo Instituto Itaú Cultural, instala a escultura Pálio. No ano de 2001, participa do Projeto Inserções, curadoria de Paulo Herkenhoff e Angélica de Moraes. Em 2002, na  XXV Bienal Internacional de São Paulo, mostra as obras No Mundo Não Há Mais Lugar e Gargue.

Simone Landal  

Mestre em Comunicação e Linguagens pela Universidade Tuiuti do Paraná, com pesquisa sobre curadoria de exposições, especialista em história da arte do século XX, pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná, graduou-se em Desenho Industrial pela UFPR. Na Fundação Cultural de Curitiba foi responsável pela Divisão de Acervos Artísticos do Município de 1996 a 2002, quando realizou a curadoria de diversas exposições, atuando ainda como Diretora do Museu da Gravura Cidade de Curitiba de 2007 a 2009. É professora assistente do Departamento Acadêmico de Desenho Industrial da Universidade Tecnológica Federal do Paraná, atuando nas áreas de História da Arte e História do Design. Integrou o conselho consultivo da 5ª Bienal VentoSul.


 Curadoria do Projeto Educativo

Denise Bandeira  

Cursou Pintura na EMBAP, de 1978 à– 1980. Bacharel em Engenharia Civil, UFPR em 1982. Especialista em História da Arte, Arquitetura e Artes Plásticas, PUCPR, em 1993. Mestrado em Educação, UFPR em 2001. Em 2008, ingressou como aluna de doutorado no Programa de Pós-graduação de Comunicação e Semiótica da PUCSP, área de concentração Signo e Significação nas mídias– linha de pesquisa Cultura e ambientes midiáticos, com orientação do Dr. Eugênio Trivinho.

Sônia Tramujas  

Sônia Tramujas Vasconcellos (1964) é mestre em Educação pela Universidade Federal do Paraná (2007), especialista em Filosofia da educação, pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (1988); graduada em Pintura pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná (1987) e licenciada em Educação Artística pela Universidade Federal do Paraná (1982). Faz parte do quadro de professores da Faculdade de Artes do Paraná e atualmente coordena o Curso de Licenciatura em Artes Visuais desta instituição. No Museu de Arte Contemporânea do Paraná fez parte do Núcleo de Arte Educação de 1987 a 1989 e em 1995 ministrou a oficina Pincelando a História da arte, durante o 5° Festival de Inverno de Antonina da UFPR. Em 2004 organizou, junto com as professoras Denise Bandeira e Rosanny Teixeira, o Caderno de Arte de 1ª a 4ª série para a prefeitura de Barueri, São Paulo. Orienta projetos relacionados ao ensino de arte elaborados por professores da rede municipal e estadual de ensino de Curitiba e em 2004 realizou consultoria para a elaboração das Diretrizes Estaduais do Paraná para o ensino de arte.


 Conceito Curatorial

A Bienal de Curitiba 2011 será desenvolvida com o título "Além da crise".

É bom, ao se tratar de conceitos cruciais do presente, elucidar sua etimologia com mais exatidão. A palavra "crise" merece atenção especial nesse contexto, na medida em que atualmente parece onipresente como ruído de fundo e domina os discursos em diversos campos, da economia à cultura. Já Goethe estremecia diante da "vertigem incessante do adquirir e do consumir" e se perguntava como os escombros da casa de seu avô destruída na guerra podiam valer o dobro do que a casa valia antes da guerra. Como algo vira dinheiro e como se calcula seu valor de troca? O determinante é o trabalho, o mercado, a escassez ou até mesmo o desejo?

Em grego, κρίσις (krísis) significava, originalmente, "opinião", "juízo"; mais tarde, uma situação problemática de decisão.
O conceito pode ser verificado na medicina a partir do século XVI, designando um ponto crítico no processo da doença e um limite entre vida e morte. Contudo, o verbo κρίνειν (= distinguir, dividir) não apenas forma a raiz de "crise", mas também de "crítica", uma circunstância feliz, que abre grandes possibilidades de atuação para a arte.
A arte atua tanto aquém, quanto além da crise. Aquém, porque se refere formal e conceitualmente a ela, e até mesmo porque é por ela afetada; além, porque aponta para acolá da crise e oferece alternativas à sociedade.
Por mais que o título seja, nos âmbitos da arte, nada mais que a sugestão de um tema a ser encarado livremente pelos artistas, pretende-se que o nome "Além da crise"incite a produção poética e oriente a reflexão sobre certas questões-chave da arte contemporânea.

A palavra "crise" é tomada em seu sentido mais instigador e sugestivo, como momento crucial que, diante de uma mudança brusca de paradigma, exige decisões, posições e imagens novas. O termo "além da" não significa exatamente "depois da", mas quer dizer que aponta para um lugar intermediário, um desdobramento ou um terceiro lugar de onde se pode ver a crise de dentro/fora.
A palavra "além..." pode aludir a que, em um sentido estrito, o momento crítico já passou (sempre o ponto álgido marca uma situação que já aconteceu: por isso, pode ser nomeado). Ou pode se referir à necessidade de considerar outros lugares onde se deve assumir e enfrentar a crise, de maneira criativa e diferente. Ou poderia, inclusive, marcar a exigência de imaginar um espaço-tempo fora do espaço crítico, mesmo que impulsionado por ele. A arte não pode renunciar a sua vocação utópica: a imaginação é sempre um dispositivo antecipatório e, ainda, propiciador. Até mesmo as operações mais negativas e melancólicas da arte contemporânea apontam, secretamente, para um "além...", para um lugar de espera ou para uma abertura ao acontecimento.

Não se espera que os artistas convidados ofereçam receitas para enfrentar a crise, nem tratem de expressar seus dramas, senão que propagem opções de visão: as posições que assumem diante da crise supõem esforços imaginativos capazes de abrir perspectivas e horizontes diferentes.
A arte enfrenta a crise questionando constantemente seus sistemas de representação: discutindo uma e outra vez a definição da arte e seus circuitos institucionais (museus, mercado, bienais, teoria, etc.). A partir dessa perspectiva, não só a crise é fecunda para a arte, já que esta depende necessariamente de momentos de conflito e tensão para produzir. A arte consiste, justamente, em um dos principais dispositivos com o que conta a cultura contemporânea para pôr em questão os próprios enunciados, renovar seus valores e seus códigos e impedir que se adormeça a percepção coletiva em torno de um conceito fixo do social.

Alfons Hug e Ticio Escobar





 Projeto Educativo

A Curadoria Educativa desta Bienal elegeu as condições de acesso e de comunicação como prioridades e estabeleceu a mediação cultural como um dos seus eixos norteadores. Tendo em vista que as políticas culturais no Brasil passaram a receber maior atenção do poder público e, desde 2003, com o estabelecimento do Sistema Nacional de Cultura e de um modelo de gestão criado pelo Ministério da Cultura (MinC), cada vez mais se fortalecem os propósitos de uma política de democratização da cultura.

No entanto, no panorama internacional, a maioria das políticas culturais do século XX aceitou o pressuposto de que as ofertas culturais atraem de maneira natural. Deste modo, o fomento aos círculos criativos com apoio à produção seria suficiente para estabelecer maior consumo, sem pensar diretamente no público, apenas na distribuição, em detrimento da comunicação. Notadamente, esta situação revelou a importância de rever e tratar as condições de acesso e de mediação cultural em espaços expositivos.

O Projeto Educativo da 6ª. Bienal foi concebido a partir do tema da mostra ‘Arte além da crise’, adotou um enfoque sobre as trocas simbólicas que ocorrem no sistema de arte, tratou das condições de acesso e, também, dos desejos, de agir do corpo e de pensar da mente.  Do tema central foi destacada a idéia do ‘Anel de Kula’  que, em síntese, representa um sistema de trocas criado pelos povos das ilhas da Nova Guiné, em dois sentidos: horário e anti-horário. Esta narrativa etnográfica, envolvendo símbolos e pessoas, foi motivo para explorar os sentidos das trocas, econômicas e simbólicas, que ocorrem no campo da arte , um ‘sistema’ ou ‘espaço’ estruturado de posições e regras instituídas que determinam o acesso e, de certa maneira, as lutas pela apropriação do ‘capital cultural’.

O Projeto Educativo, ao tratar do sistema de arte e da ampliação do acesso, incentiva uma mediação com proposições narrativas, trocas de experiências, de poder e simbólicas, que possibilite informar e refletir com o público sobre as obras de arte, as práticas dos curadores e os processos criativos dos artistas.

Ações curatorias

Antecedendo a abertura da 6ª Bienal foi apresentado um ciclo de debates em parceria com as instituições culturais para discutir propostas de mediação. A realização da ‘Roda de Conversas’ com as escolas de arte e entidades responsáveis por receber o conjunto das obras desta edição explorou ideias e possibilidades para compartilhar e trocar experiências profissionais, educativas e de mediação. A ação de artistas, educadores e gestores tem transformado museus em espaços potenciais para experiências de educação não-formal e, oportunamente, se inaugura uma ampla discussão sobre os processos de mediação em curso, com inovações e novas perspectivas.

Nesta direção, a promoção das ‘Visitas Guiadas’ aos espaços expositivos parceiros da 6ª. Bienal explorou o caráter processual das práticas educativas ofertadas pelas equipes de cada instituição. Na sequência, a oficina corporal ‘Rede de criação e sensibilização’ foi proposta como um incentivo à percepção cinestésica, às manifestações criativas e performativas.

Os dois encontros ‘Curadorias e Artistas’ oportunizaram um debate sobre a concepção e a seleção da mostra, além de enfocar os processos criativos da cena local. A última etapa, constituída de um workshop, propôs uma reflexão sobre os processos educativos em espaços museológicos e, também, contou com a exposição das ideias destacadas sobre o ‘Anel de Kula’.

As proposições de mediação foram sugeridas e mobilizadas pelas investigações e reflexões sobre os processos de criação dos artistas, da rede e do sistema de arte, das trocas simbólicas para além das práticas tradicionais do ensino da arte e, também, de percursos nos espaços expositivos e por lugares da cidade.

As visitas guiadas combinam possibilidades e podem ser realizadas também em trajetos urbanos, de bicicleta, a pé ou de ônibus, abertas ao público interessado. Esta intenção inaugura a bicicleta e mesmo o próprio corpo como veículo ideal em ’tempos de crise‘ integrados às possibilidades de visitação mediada.

Além disto, sugeriu-se um deslocamento no espaço expositivo, museus ou em circuitos externos, onde cada um dos grupos, compostos por mediadores e público, se movimenta, primeiro em sentido horário e depois anti-horário, para aproveitar as oportunidades de compartilhar experiências e trocas.

O convite está aberto a uma experiência motivada pela curiosidade e pelos percursos criativos, da exploração sem mapas, mas guiada pela reflexão sobre os próximos passos e com uso de uma inteligência coletiva captada na rede, em diálogo com o sistema da arte e com os processos criativos.
 





 Catálogo

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Catálogo da 6ª Bienal de Curitiba

 

 

 

 





 Guia

Guia da 6ª Bienal de Curitiba

 





 Como Chegar

Chegando em Curitiba

Hotéis recomendados

Quality Hotel Curitiba
Curitiba | PR - Brasil
Alameda Dom Pedro II , 740
Bairro: Batel
CEP: 80420-060
Fone: (5541) 2103-4000 /Fax: (5541) 2103-4001

Hotel Bristol Centro Cívico
Rua Deputado Mário de Barros, 1158 - Centro Cívico
Curitiba | PR - Brasil
Fone: (41) 32501500

Agência de viagens

Larus Viagens
Rua Angelo Sampaio, 1762 - Batel
80420-160 Curitiba | PR - Brasil  
Telefone: (41) 3322-7473 Fax: (41) 3323-1929

 

Alimentação

Restaurantes da Bienal

Restaurante Vegetariano Sorella
R. Marechal Hermes, 728 - Centro Cívico | Curitiba - PR
(41) 3026-5794

 

Transporte

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 Edições Passadas

5ª Ventosul   

4ª Ventosul   

3ª Ventosul  

 

2ª Ventosul   

1ª Ventosul   

 




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